Les Siestes Électroniques

Sobre o Festival

Foi um amor à primeira vista e uma paixão correspondida que se consumou no verão de 2018 num jardim em Coimbra completamente esgotado. Um ano depois a Casa das Artes Bissaya Barreto vai acolher novamente este festival internacional de música exploratória. O  festival  nasceu  em  França  e,  desde  então,  já  passou  por  cidades  como  Paris,  Toulouse, Berlim, Riga, Cairo, Haia, Kyoto, Montreal, Brazzaville, Abu Dhabi, Buenos Aires, Amesterdão, Seul,  Leipzig,  Milão  e  Conacri.  Chegou  a  Portugal  pela  primeira  vez  em  2018  integrado  no programa  cultural  da  Fundação  Bissaya  Barreto.  Com  curadoria  de  Alexandre  Lemos  e  de Samuel Aubert numa programação a quatro mãos, entre dois programadores de diferentes países, Portugal e França. Entre 30 de agosto e 1 de setembro estão marcadas três tardes de descoberta musical com entrada livre para todos.

Artistas 2019

AZF

A histórica DJ francesa é também curadora do festival Qui Embrouille Qui. 

Se a sua música fosse um momento era um sábado à noite. Quando as pernas já não obedecem e dançam, dançam tanto que só caindo podemos parar. Catarse e exaustão porque às vezes é disso mesmo que precisamos. 

 

Damien Dubrovnik 

O duo dinamarquês de Christian Stadsgaard e Loke Rahbek está na origem da editora Posh Isolation, sediada em Copenhaga e focada na edição de artistas escandinavos. Os concertos da dupla são únicos e irrepetíveis e não deixam saudades de um concerto clássico. A música deles pode sentir-se como se explodisse alguma coisa a menos de 30 metros.

 

D.K.

Produtor residente em Paris, D.K. edita pelas prestigiadas Melody As TruthMusic From Memory’s Second Circle e Antinote, onde editou este ano o EP Riding For A Fall.

As modas retro já não impressionam ninguém e D.K. traz-nos de volta o verdadeiro espírito do house, uma multidão futurista, hedonista, sorridente e sobretudo gente que dança. Música para dar de beber à alma daqueles que querem ser felizes.

 

Gonzo

O português a viver entre Tenerife e Londres onde fundou a peculiar Discrepant Records.

As suas colagens são uma paisagem com recolhas de sons gravados pelo mundo, música tradicional e de produção própria. De alguma forma tudo isto soa mais natural do que a música deveria ser, como se o som fosse alguém com quem nos cruzamos na rua e olhamos de alto abaixo para depois notar que faz o mesmo. 

 

Live Low

O quarteto de Ece Canli, Gonçalo Duarte (Equations), Miguel Ramos (Torto, Naco) e Pedro Augusto (Ghuna X) está sediado no Porto onde edita com a conterrânea  Lovers & Lollypops.

Live Low está a criar música popular contemporânea como a música popular devia ter sido sempre. Música com coração e cheia de ideias, onde ouvimos a herança eletro-acústica, muito avant-rock e as recolhas arquivadas por Giacometti e Lopes Graça, como ingredientes para música que perdurará. 

 

Joshua Abrams & Natural Information Society

Vindo da cena jazz de Chicago, Joshua Abrams apresenta-se desde 2010 acompanhado por um imprevisível conjunto de músicos, os Natural Information Society.

A América, de onde vem a música de Joshua e dos seus pares vai ser sempre o cenário das nossas aventuras. Pode não ser a terra prometida mas a poesia e os poetas terão sempre ali o seu legado de protesto e amor e é disso que parece ser feita a música deles.

 

Vessel

Conhecemos Seb Gainsborough em 2012 com o EP Order Of Noise já editado pela nova-iorquina Tri Angle de onde mais recentemente publicou o disco Queen Of Golden Dogs

Vessel é um génio. Álbum após álbum, rebenta as expectativas enquanto abraça novas formas de criação para fazer coisas únicas.  A sua música é tão líquida quando sólida, e pode tomar mais formas que o T-1000 enquanto inventa novos significados para a palavra coerência. 

 

Front de Cadeaux

Ugo e Maurizio estão há 10 anos a aperfeiçoar a forma mais lenta de agitar uma pista de dança tocando discos de 45RPM a 33RPM. 

Imaginem que dançam ininterruptamente num grande relvado durante três longas tardes de verão. Front de Cadeaux seriam um beijo suado com que se despedem no fim. Tão lânguido e intenso como um amor de verão. Alguém devia ler um cartaz onde se lesse: vamos amar uma última vez antes que o planeta colapse.

Parceiros

Hotel Vila Galé

União das Freguesias de Coimbra

Atelier 18

Restaurante Dom Duarte Dois

Escola da Noite

Salão Brazil

JACC

Blue House

Aqui Base Tango

Vinhos Brejinho

Símbolo de Memória

Bonsai Viagens

My Bus

RUC

Rádio Baixa

Galeria V